quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Felipe Góes




Felipe Góes (São Paulo, 1983) é formado em Arquitetura. Trabalha com pintura buscando discutir a produção e percepção de imagens na contemporaneidade. Seus trabalhos são realizadas a partir de uma intenção inicial de imagem, mas que se dissolve ao longo do processo: áreas alagadas podem tornar-se florestas, e planícies transformam-se em manchas indefinidas de cor, por exemplo. O processo de criação do artista e suas proposições conceituais justapõem figuração e abstração, clareza de significado e ambiguidade. Os trabalhos buscam desconstruir os processos tradicionais da pintura de paisagem ao recusar práticas como a utilização de fotografias de referência, a observação de lugares existentes e a aplicação de títulos que direcionem a interpretação das imagens. Existe uma recusa à nomeação de índices e indicadores de significado, e nesse sentido, os trabalhos interrogam tanto a tradição formalista de uma arte autônoma quanto os maneirismos herdados da arte conceitual. Procura-se ativar outras maneiras do público se relacionar com as imagens, traçando relações entre as pinturas e seu próprio repertório de lembranças e experiências.
Realizou exposições individuais no Instituto Moreira Salles (Poços de Caldas, 2017), Galeria Virgílio (São Paulo, 2016), Central Galeria de Arte (São Paulo, 2014), Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014), Galeria Transversal (São Paulo, 2013), Museu de Arte de Goiânia (Goiânia, 2012) e Usina do Gasômetro (Porto Alegre, 2012).
Participou das exposições coletivas “Mapping Spaces” (Kentler International Drawing Space, New York, EUA, 2016), “Projecto Múltiplo” (Havana, Cuba, 2015), “Coletivo Terça ou Quarta + Acervo Municipal” (Araraquara, 2014 - patrocínio: PROAC-ICMS), “Arte Praia 2013” (Natal, 2013 - patrocínio: Funarte) e “20 e poucos anos - portfólio” (Galeria Baró, São Paulo, 2011). Participou de residências artísticas no Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014) e Instituto Sacatar (Itaparica, BA, 2012).
Felipe Góes vive e trabalha em São Paulo.



Pintura, 2012. 90x130cm.

Pintura 204, 2014. 30x40cm.



Pintura 208, 2014. 33x38cm.


Pintura, 2015.



Pintura 273, 2015. 90x120cm.


Pintura, 2015.

Pintura 274, 2015. 100x100cm.

Pintura 279, 2015. 150x180cm.

Pintura, 2016. 160x220cm.

Pintura 285, 2016. 100x100cm.


Pintura 287, 2016. 140x265cm.


Galeria Virgílio, 2016.

Pintura 302, 2017. 30x40cm.


Pintura 301, 2017. 30x40cm

Pintura 304, 2017.  35x40cm.


Pintura, 2017. 145x174cm.

Pintura, 2017. 120x200cm.



Fragmentos de um discurso pictórico
Curadoria: Mario Gioia
Galeria Roberto Alban 
Salvador - BA



Dissolução
Felipe Góes
Curadoria: Edu Almeida
3/8 a 25/8/2013
Centro Municipal de Educação Adamastor
Guarulhos - SP




A aparência da memória
Galeria Transversal
fotografia de Filipe Berndt - Neoarte


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Vassily Kandinsky




Vassily Kandinsky (1866-1944) Nasceu em Moscou, cresceu em Odessa e morreu em Neuilly-sur-Seine. Graduou-se em Direito pela Universidade de Moscou, tornando-se professor assistente nessa instituição. Casou-se com sua prima Anya Chimiaken. Abandonou o Direito e mudou-se para Munique com o intuito de dedicar-se ao estudo da pintura. Em 1900, tornou-se aluno de Franz von Stuck na Academia de Arte de Munique. No ano seguinte, criou o grupo Phalanx e, mais adiante o Der Blaue Reiter, que atuou até o início da Primeira Guerra Mundial, quando voltou a Rússia. Em 1922, a convite de Walter Gropius retornou a Alemanha para integrar a Bauhaus. Em 1933, com o fechamento da Bauhaus instalou-se em Paris tornando-se cidadão francês. Kandinsky foi influenciado pela Teosofia, que refletiu em sua pintura e nos seus livros publicados: Do Espiritual da Arte, O Cavaleiro Azul e Ponto e Linha sobre Plano. Monet, Siley e Paul Klee tiveram influência sobre ele.



Odessa Port,  1898. Tretyakov Gallery, Moscou.


Der Blauer Reiter, 1903.

Rotterdan Sun, 1906.

Houses in Munich, 1908.


View of Murnau, 1908. Hermitage Museum, São Petesburgo.


Improvisação 6, 1909. Stadlische Galerie.



Autumn in Bavaria Centre Georges Pompidou, Paris.

Rain Landscape, 1912. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Black Spot I, 1912. The Hermitage Museum, São Petersburgo.


Improvisation 27 (Garden of Love II) 1912. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Composition VI, 1913. Hermitage Museum, São Petersburgo.

Composition VII, 1913. Tretyakov Gallery, Moscou.


Composition VIII. 1913. Guggenheim Museum, Nova York.

Violet, 1923. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Counter Weights (Gegengewichte), 1926. 


Red, Yellow, Red, Blue, 1929.  Centre Georges Pompidou, Paris.


Taut at an Angle, 1930. Kunstmuseum Bern, Stiftung

Four Parts, 1932. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Composition IX, 1936. Centre Georges Pompidou, Paris.
 .



Composition VII,1939.  Guggenheim Museum, Nova York.


Composition X, 1939.  Kunstsammlung, Dusseldorf.


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Albert Oehlen





Albert Oehlen (1954-) Nasceu em Krefeld, Alemanha. Em 1977, mudou-se para Berlim e graduou-se pela Hochschule für Bildende Kunst Hamburg. Com Kippenberrger e Geore Herold fez parte do grupo "Bad Boy". Trabalhou em Segóvia.Foi influênciado por Baselitz, Polke e Richter. Faz uma pintura misturando figuração e abstração. Participou da Bienal de Veneza e de Lyon Entre 2000 e 2009, foi professor de Pintura da Kunstakademie Düsseldorf. Vive e trabalha na Suíça. É representado pela Gagosian Gallery.


Mützen, 1981.


Sem título, 1982.



Grazie, 1982.

Sem título, 1983.

Self-Portrait, 1983.


Self-Portrait with Two Skulls, 1984.


Self-Portrait with Shitty Underpants and Blue Mauritius, 1984. The Art Institute, Chicago.



Rotes Haus, 1985.


Untitled (Head of idiot) 1989.

Untitled, 6/89, 1989.


Sem título, 1989.


 Untitled (Per Skarstedt), 2001.


Bäume, 2004.


Gray Paintings, 2007.



Aus Dem Nachlass, 2007.


/ 11, 2009.



Baum, 2014.


Bäume 5, 2015.


Instalação, 2015.
)


Baum 84, 2016. Foto: Stefan Rohner.


Catálogo.

Maurizio Cattelan

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