sábado, 30 de setembro de 2017

Milton Avery





Milton Avery (1885-1965) Pintor moderno norte americano. Nasceu em Altmar, Nova York. Para ajudar a família, começou a trabalhar numa fábrica aos 16 anos. Com a morte do cunhado, ficou responsável pelo sustento de nove mulheres de sua família. Estudou na Connecticut League of Art Student, Hartford. Trabalhava à noite e pintava durante o dia. Após seu casamento com Sally Michel, uma jovem estudante de arte, que  trabalhava com  ilustração, ele pode se dedicar exclusivamente à pintura. Estudou na Art Student League de Nova York. Conseguiu algum sucesso, mas o advento do Expressionismo Abstrato eclipsou sua obra. Em 1930, teve seu primeiro trabalho comprado por um museu The Philipps Collection, Washington D C. Foi eleito Fellow da American  Academy of Arts and Sciences. Hoje, sua obra está em  diversos museus importantes do mundo.


Sally Avery with Still-Life, 1926.


The Steeplechase, Coney Island, 1929. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


 Artist's Wife, 1930.


Horse Grazing, 1937.

Bridge to the Sea, 1937.



Self-Portrait, 1938.



Pines Cones, 1940. The Phillips Collection.


Child Supper, 1945. New Britain Museum of Art, Connecticut.

Dikran G. Kelekian, 1943. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Bird and Breaking Wave, 1944. Aquarela. The Phillips Collection.


Sketching by the Sea, 1944. Coleção particular.


Woman with Hat, 1945.

White Rooster, 1947. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Blue Nude, 1947.  Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Three Nude Women, 1950.  The Art Institute, Chicago.


Nude Combing Hair, 1954.



Reflexions, 1954. MoMA, Nova York.


Bicycle Rider by the Loire, 1954.


Poetry Readindg, 1957.


Green Sea, 1958. Kentucky Art Museum, Kentucky University



Sea Gkasses and Blur Sea, 1958. MoMA, Nova York.


Yellow Sky, 1958. Tate Gallery, London.


Pigeons in the Park, 1961.


The Baby, 1964.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Gerben Mulder no Galpão, SP 30 de setembro


Relíquia: Transcendência do Corpo" Curadoria: Ario Borges Nunes Junior e Beatriz Vicente de Azevedo MAS


NOVA MOSTRA DO MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO EXIBE RELÍQUIAS INÉDITAS 

Relicários, tecasmedalhas, estampas e outros objetos contam a História do mundo ocidental 

Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, exibe "Relíquia: Transcendência do Corpo", com curadoria de Ario Borges Nunes Junior e Beatriz Vicente de AzevedoA exposição é composta por cerca de 300 peças e retrata os 21 séculos da era cristã, a partir de um fragmento da cruz em que Jesus foi crucificado, passando por todas as fases da História, até a relíquia de S. João Paulo II, falecido em 2005. 

O substantivo "relíquia" provém do latim reliquiae, palavra que designa resto, aquilo que sobrou. Desde a antiguidade cristã, as relíquias dos mártires - restos mortais de santos reconhecidos oficialmente pela Igreja, além de objetos que pertenceram a eles ou estiveram em contato com seus corpos – eram consideradas pelos fiéis como mais valiosas que as pedras preciosas e mais estimadas que o ouro. Para Ario Borges Nunes Junioro interesse pelas relíquias foi decorrente de um ímpeto adolescente e do intenso estudo sobre vida dos santos, personagens que desde sempre chamaram sua atenção. A origem de seu acervo remonta o ano de 1976, quando começou a fazer contato com as congregações religiosas, guardiãs da memória material dos seus membros mais ilustres não só no Brasil, mas também em outros países. Em suas palavras: "Somente após minha formação como psicanalista, me fez constatar que aquele interesse adolescente genuíno sobre os santos poderia se transformar em uma transbordante fonte de reflexão sobre a natureza humana". 

Esta nova exposição do Museu de Arte Sacra de São Paulo apresenta a História do mundo ocidental por meio desses objetoselementos materiais que testemunham, ainda que minimamente, uma conjunção de histórias. A curadora Beatriz Vicente de Azevedo comenta: "A exposição 'Relíquia, Transcendência do Corpo' é motivo de orgulho para a cidade de São Paulo. É inacreditável e admirável que seja possível encontrar na nossa cidade um acervo tão rico e tão completo de relíquias que vão desde os primórdios do Cristianismo até os dias atuais. Visitar a exposição é a oportunidade de fazer um verdadeiro mergulho na História do mundo ocidental, tendo como base a Igreja Católica".  

 
B. TITO BRADSMA (1881-1942) / Origem: Roma, Itália 


Relíquia.


Relíquia.


Relíquia.

  
Exposição: Relíquia: Transcendência do Corpo 
Curadoria: Ario Borges Nunes Junior e Beatriz Vicente de Azevedo 
Abertura: 7 de outubro de 2017, sábado, às 11h 
Período: 8 de outubro de 2017 a 8 de janeiro de 2018 
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo - www.museuartesacra.org.br 
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)  
Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas  
Horário: Terça-feira a domingo, das 9 às 17h (bilheteria das 9 às 16h30)  
Ingresso: R$ 6,00 (estudantes e idosos pagam meia); grátis aos sábados  

Sergio Lucena Exposição em Chicago

  EXPO CHICAGO

13 a 17 de Setembro de 2017
Navy Pier / Chicago

     MARIANE IBRAHIM GALLERY

Artistas: Sergio Lucena, Ruby Onyinyechi Amanze, Clay Apenouvon,

Maïmouna Guerresi, Mwangi Hutter, Clotilde Jimenez, Lina Iris Viktor,

Zohra Opoku


Geníaco -: Emanoel Araújo, Gilvan Samico e Mário Cravo Neto Curadoria: Paulo Azeco Galeria Base




GALERIA BASE HOMENAGEIA A CULTURA BRASILEIRA EM NOVA EXPOSIÇÃO COLETIVA

Obras de Emanoel AraújoGilvan Samico e Mário Cravo Neto compõem a mostra 

Galeria Base, de Fernando Ferreira de Araújo e Daniel Maranhão, exibe "Geníaco", composta por 17 obras – esculturas, xilogravuras e fotografias - de Emanoel AraújoGilvan Samico  e Mário Cravo Neto, sob curadoria de Paulo Azeco. A coletiva busca valorizar a cultura nacional - no sentido mais impactante e restrito que este conceito possa ter -, destacando a simbologia, o etéreo e as religiosidades portuguesa e africana, elementos em comum na produção destes artistas e presentes no imaginário do povo brasileiro.

Ser Poeta é ser um geníaco, um filho assinalado das Musas.” A citação de Ariano Suassuna, em "O Romance d`A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta" (marco inicial do Movimento Armorial no Brasil), não somente permeia o título da nova mostra da Galeria Base, como também é essencial para compreendê-la e as conexões que são estabelecidas entre os três artistas participantes. "Suassuna idealizou tal movimento como forma de valorização da cultura nordestina, agregando artes visuais, música e literatura a um tronco comum, no qual se encontravam as influências indígenas e aquelas das diásporas africanas e portuguesas na região. Uma forma peculiar de representar o país, seu povo e cultura, através da junção do erudito ao regional", comenta Paulo Azeco.

Gilvan Samico apresenta sua obra fundamentada na Xilogravura, importante técnica da produção nordestina, tendo o Cordel como inspiração primordial. Ao longo de sua carreira, Emanoel Araújo pesquisou a geometrização ancestral dos africanos e a tomou como elemento principal de sua produção, com presença forte da Xilogravura - reflexo também da influência regionalista. Já a Fotografia de Mário Cravo Neto atinge seu ápice nas imagens em branco e preto, as quais retratam a sua Bahia e formulam questionamentos acerca dos pontos mais sensíveis na formação antropológica da região. 

"Suassuna costumava falar em entrevistas sobre a internacionalização da nossa cultura. Valorizar esse tipo de produção artística, brasileira e autoral, é sem dúvida urgente e necessário."
Paulo Azeco


Exposição: "Geníaco"
Artistas: Emanoel Araújo, Gilvan Samico e Mário Cravo Neto

Curadoria: Paulo Azeco
Coordenação: Fernando Ferreira de Araújo e Daniel Maranhão
Abertura: 30 de setembro de 2017, sábado, das 15 às 18h
Período: 2 de outubro a 4 de novembro de 2017
Local: Galeria Base - www.galeriabase.com/
Endereço: Av. 9 de Julho, 5593/11 – Jardim Paulista - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3071-3614
Horários: Segunda a sexta-feira, das 10 às 19h; sábados, das 11 às 14h

“Chão em Chamas” - João Castilho na Zipper Galeria,


JOÃO CASTILHO | CHÃO EM CHAMAS
Abertura 
05 de outubro, quinta-feira, às 19h
Em “Chão em Chamas”, nova individual na Zipper Galeria, o artista João Castilho exibe novas séries fotográficas e de objetos que se apresentam como indícios de uma nova reordenação do mundo: fenômenos aparentemente simples que prenunciam alterações drásticas em um futuro próximo, ou que desencadearam-nas em um passado remoto. Os novos trabalhos de Castilho precipitam narrativas orientadas, principalmente, pelo vetor temporal. Com curadoria de Michelle Sommer, a mostra inaugura no dia 5 de outubro.

O título da exposição foi emprestado do livro de contos do escritor e fotógrafo mexicano Juan Rulfo, publicado pela primeira vez em 1953. Entre grande variedade de personagens e situações narradas pelo autor, há em comum um clima de aridez que é o cenário de um eterno embate entre a sobrevivência e a extinção. "Chão em Chamas" trás ao mesmo tempo a ideia de fim e de começo. 



Sobre o artista
João Castilho (Belo Horizonte, Brasil, 1978) é artista visual e trabalha com fotografia, vídeo e escultura. Sua produção têm inspiração na literatura, na cultura popular, nas paisagens do cerrado brasileiro, na relação com a natureza, nas cenas cotidianas e temas da atualidade. O trabalho do artista está presente em coleções institucionais como Musée du Quai Branly, Paris; Pinacoteca do Estado, em São Paulo; Coleção Pirelli/MASP de Fotografia, São Paulo; e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Ganhou prêmios da Fundação Conrado Wessel de Arte, em 2014; e a Bolsa de Fotografia, do Instituto Moreira Salles, em 2013. Foi um dos artistas selecionados para o 19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil e da Bienal do Mercosul, em 2015. Principais exposições individuais: Zoo, Bratislava, Eslováquia (2016), Caos-mundo. FUNARTE, Belo Horizonte, Brasil (2013), Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil (2010). Principais exposições coletivas: "L’Autre Visage". Embaixada do Brasil na Bélgica, Bruxelas (2017); 10th Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2015); Singularidades/Anotações, Itaú Cultural, São Paulo (2014); XX Bienal Internacional de Curitiba, Curitiba, Brasil (2014); I Bienal de Fotografia. MASP, São Paulo, Brasil (2014).

Sobre a curadora
Pós-doutoranda em Linguagens Visuais na EBA/PPGAV/UFRJ (2017), Michele Sommer é doutora em História, Teoria e Crítica de Arte pelo PPGAV/UFRGS (2012-2016), com estágio doutoral junto à University of Arts London / Central Saint Martins (2015). É mestre em Planejamento Urbano e Regional pelo PROPUR/UFRGS (2003-2005) na área de cidade, cultura e política e arquiteta e urbanista pela PUCRS (1997-2002). É autora do livro Práticas Contemporâneas do Mover-se (2015) e Territorialidade Negra: a herança africana em Porto Alegre, uma abordagem sócio-espacial (2011). Integra o corpo docente na Escola de Artes Visuais Parque Lage / RJ e é co-curadora, juntamente com Gabriel Pérez-Barreiro, da exposição ‘Mário Pedrosa: de la naturaleza afectiva de la forma’, atualmente em ocorrência no Museu Reina Sofia / Madri, de abril à outubro de 2017. Contribui regularmente para publicações nacionais e internacionais e realização de projetos de artes visuais em diversos formatos. Atua no ensino, pesquisa, crítica e curadoria de artes visuais.

Serviço
Chão em Chamas
Exposição individual de João Castilho na Zipper Galeria
Curadoria: Michelle Sommer
Abertura: 5 de outubro de 2017
Em cartaz até 04 de novembro de 2017
R. Estados Unidos 1494, Jardim América – Tel. (11) 4306-4306
Segunda a sexta, 10h/19h; sábado, 11h/17h

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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