sábado, 22 de julho de 2017

Jeff Koons



Jeff Koons (1965-) Artista americano. Nasceu em York, Pensilvania. Formação artística 1972-1975 Maryland College of Art, Baltimore, Maryland. 1975-1976 School of Art of Institute of Art of Chicago. Em 1976, BFA Maryland College of Art, Baltimore, Mariland. É um dos mais poderosos artistas do século XX. Suas obras estão em todos os grandes museus e coleções do mundo. Pinturas, desenhos, objetos, esculturas, fotografias, instalações e intervenções públicas são seus meios de expressão considerado um dos mais poderosos do mundo. Trabalha com séries. Banalities datada de 1988 foi executada em porcelana, cerâmica e madeira. Há uma representação de figuras humanas e animais da cultura popular. Made in Heaven fez fotografias e esculturas com sua mulher Cicciolina durante o ato sexual. Outras Celebration, Easyfun, Elephants, Popeye, Hulk e Antiquity. Participou das Bienais de São Paulo e do Whitney Museum, Nova York. Doutor honoris causa The Art Institute, Chicago e da The Corcoran, Washington. Legião de Honra da França. Membro da Royal Academy, Londres, Em 2014, retrospectiva no Whitney Museum of American Art, Nova York. Vive e trabalha em Nova York. É representado pela Gagosian Gallery.

Inflatable  Flower and Bunny (Tall White and Pink Bunny)1979.


The New: The New Hoover Deluxe Shampoo Polishers, 1980.


Equilibrium: Aqualung, 1985. Bronze.


Equilibrium: Secretary of Defense, 1985.


Equilibrium: Two Ball 50/50 Tank (Spanding Dr. J Silver Series, Wilson Supershot), 1985.



Luxury and Degradation: Luxury and Degradation: Luxury and Degradation: Jim Beam - Baggage Car, 1986.


Luxury and Degradation: Travel Bar, 1986.





 Statutary: Bob Hope, 1986.



Statutary: Loius XIV, 1986.




Bannality: Winter Bear, 1988.



Amore, 1988. Whitney Museum of American Art, Nova York.




Banality: Buster Keaton, 1988.


Made in Heaven: Jeff and Ilona, 1990.



Made in Heaven: Poodle, 1990.


Celebration: Boy and Pony, 1995-2007.


Celebration: Balloom Flowes Blue, 1995-1999.





Hybrid: Titi, 2009


Popeye, 2010-2011.


Antiguity: Metalic Venus, 2010.


Balloon Swan, 2008-2011


  Antiguity: Balloon Venuus, 2008-2012




Antiguity: Farnese Bull, 2009-2012. Óleo sobre tela. Gagosian Gallery


 Hulk-ElvisHulck, 2004-2012.

Hulck-Elvis: Hulck Bell, 2004-2012



Gazing Ball: Antinous-Dionysius, 2013 .


Gazing Ball (Farnese Hercules), 2013.


Gazing Ball: Little Boy, 2013.


Seated Ballerina, 2010-2015.



Gazing Ball (Bottlerack), 2016.


Gazing Ball (Stool), 2013-2016






Jeff Koons _ Museum of Contemporary Art, Chicago, 2008.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Museu de Arte Sacra de São Paulo - Barro com Fé, de Stela Kehde


MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO APRESENTA ENCONTRO ENTRE TRADIÇÃO E CONTEMPORANEIDADE EM NOVA MOSTRA

Stela Kehde expõe sua visão dos santos devocionais e propõe o resgate da fé de maneira mais leve, alegre e colorida

Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, exibe Barro com Fé, de Stela Kehde, com curadoria de Percival Tirapeli, na sala MAS Metrô Tiradentes. Composta por 276 peças que possuem como referência a fé, a mostra de título sugestivo nos remete à criação do Homem pelo viés do Cristianismo, quando Deus, como um oleiro, modela o homem a partir do barro e lhe concede o dom da vida. Além do ato inventivo do criador, a artista também recorre à imagem arquetípica da mulher, acrescentando em sua produção a fé sob a devoção de Maria.

Ao estabelecer uma ligação entre o barro e a fé – o barro simples e puro; a fé rígida e forte -, Stela Kehde busca estimular a visualização sobre o sagrado de maneira muito particular, considerando a experiência de cada espectador. “Essa materialização do espírito solene através dessas formas simples permite ao imaginário pessoal ver o sagrado”, comenta a artista. Na série Capelinhas, a Virgem escolhida é a de Fátima que, na exposição, encontra-se prensada em uma espacialidade que remete ao pequeno oratório com uma cruz, quando a original traz a imagem imaculada sobre nuvens. Conforme comenta o curador Percival Tirapeli: “A série mais extensa é a dos Tijolos, de grande singularidade e sólida simbologia. A materialidade é dupla enquanto construção artística: tijolos fabricados adquiridos em olaria e a intervenção da artista a depositar sobre as marcas fabris a pequena imagem – da série Mãos – da Virgem. Assim, Stela constitui neste vazio um berço para colocar a imagem a simbolizar a construção da fé”.

Stela Kehde recorre à argila como meio de passar sua mensagem ao mundo, utilizando-a de maneira contemporânea. Na série Santas de Mãos, o gesto de apertar o barro já prevê sua essência: o contato direto com o devocional, além da portabilidade. Na última série de Virgens, os sugestivos nomes com títulos para a Virgem, ampliando as mais de mil invocações que se dá para a Mãe de Jesus.

Em termos de técnicas, a artista apresenta inovações nas queimas, texturas e mesmo na pintura, utilizando pigmentos naturais. “Procuro agregar materiais que a princípio seriam descartados e que são incorporados às peças (refugo de vidro, vergalhão de ferro, papel alumínio etc.), trazendo um efeito original e reutilizando o que seria considerado lixo.








Exposição: Barro com Fé
Artista: Stela Kehde
Curadoria: Percival Tirapeli
Abertura: 22 de julho de 2017, sábado, às 11h
Período: 23 de julho a 3 de setembro de 2017
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo www.museuartesacra.org.br
Sala MAS Metrô Tiradentes
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326.5393 – agendamento/ educativo para visitas monitoradas
Horário: Terça a domingo, das 9h às 17h
Ingresso: Grátis para usuários do Metrô

Augusto de Campos O Pulsar Pablo Lobato Outono, apesar de tudo último dia, sábado 22 de julho Luciana Brito Galeria


ÚLTIMO DIA  sábado 22 de julho
                              Vista da exposição O Pulsar
Augusto de Campos  O Pulsar
Pablo Lobato  Outono, apesar de tudo

último dia, sábado 22 de julho

terça à sexta das 10h às 19h . sábado das 11h às 18h 
Av. Nove de Julho, 5162 - Jardim Europa
                              Vista da exposição Outono, apesar de tudo
Luciana Brito Galeria
Av. Nove de Julho, 5162
São Paulo Brasil 55 11 3842 0634

lucianabritogaleria.com.br

SOROR - Juliana Rocha e Silvana Andrade Curadoria: Simone Rodrigues no Ateliê Oriente


Exposição SOROR, no Ateliê Oriente, apresenta o trabalho de jovens fotografas engajadas. Juliana Rocha e Silvana Andrade expõem imagens que celebram novos ares na fotografia contemporânea feminina

Será inaugurada no sábado, dia 22 de julho, a exposição Soror das fotografas Juliana Rocha e Silvana Andrade. Sob a curadoria Simone Rodrigues, as artistas compartilham experimentações fotográficas que transbordam a caixa preta stricto sensu e imiscuem-se no campo expandido em que a fotografia já não é mais dissociável da apropriação de imagens e objetos, do vídeo, da performance e da instalação.

“Vale observar que se trata de uma exposição de meninas “mal comportadas”. As duas jovens artistas exibem coragem ao ir sempre mais longe, de remexer relações interpessoais com sua poética. Não têm limite em nenhum aspecto, nem na técnica, nem na temática. Mas o que faz os trabalhos serem mais representativos de um certo misbehavior típico da boa arte, crítica e inquieta, é o conjunto das questões propostas, relacionadas à opressão contra as mulheres e da repressão de seus corpos. Como “boas meninas más” encarnadas em corpos indisciplinados, as artistas trabalham pela desconstrução de alguns códigos sociais associados ao feminino, fazem pensar sobre suas representações culturais e simbólicas e usam a arte como agente de elaboração de possibilidades novas, alimentadas no seio do cada vez mais empoderado movimento feminista”, explica a curadora.







A palavra “Soror” que em latim significa irmã, era, até bem pouco tempo, usada apenas como pronome de tratamento para as freiras, ou seja, as “irmãs” das ordens religiosas. Recentemente, entretanto, o neologismo “sororidade” bate recordes de citação nas redes mundiais e adentra pela primeira vez os dicionários designar a solidariedade entre mulheres. Uma palavra simples para se referir à cumplicidade diante da realidade complexa do universo feminino e as permanentes lutas contra as violências da sociedade patriarcal. Soror é uma espécie de palavra de ordem que as artistas gritam a plenos pulmões para anunciar novos significados na arena da arte contemporânea e seus vínculos viscerais com a existência.

Exposição
SOROR – Juliana Rocha e Silvana Andrade
Curadoria:  Simone Rodrigues
Segunda a sexta de 11 as 19h
Sábados com agendamento
Ateliê Oriente
R. do Rússel, 300/401 - Glória, Rio de Janeiro
Grátis
Livre para todos os públicos

Informações para a imprensa: Raquel Silva (raquelsilva@alternex.com.br)
( 21 2274-7924 
( 21 99965-3433


Sobre as artistas
Silvana Andrade
Artista visual e professora. Doutora em História pela Fundação Getúlio Vargas - FGV desenvolvendo pesquisa sobre gênero e Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela mesma instituição. Autora do livro Eu sou uma Pessoa de Tremendo Sucesso sobre trajetórias e representações de mulheres executivas.
Especificações técnicas do trabalho:

Juliana Rocha 
Fotógrafa e  bacharel em Jornalismo pela UFRJ com estudo sobre a democratização do retrato pela fotografia. Vem se dedicando a pesquisas fotográficas sobre o corpo, em especial o da mulher desde que um de seus trabalhos foi censurado nas redes sociais por abordar o nu feminino. Autora do livro Copacabana Sentimental e idealizadora da agência de fotografia analógica O Álbum.

Simone Rodrigues
artista e pesquisadora, trabalha há 20 anos com projetos de ensino, produção e curadoria de fotografia. Especializada em história da fotografia, é Mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio. Realizou a curadoria de “Outros Tempos”, mostra de videoarte brasileira (Galeria Maria Lucília Cruz, Lisboa, 2013); da exposição “Qual é a sua?”, de jovens fotógrafos brasileiros (Festival Encontros da Imagem , Portugal, 2012). Realizou a pesquisa e curadoria da exposição, com publicação de catálogo “A Pintura em Pânico - fotomontagens de Jorge de Lima” (Caixa Cultural RJ, 2010); Mestre em História da Cultura pela PUC-Rio, fez parte do grupo diretor do Foto in Cena (1993-98) e do Ateliê da Imagem (1999-2007). Desde 2008 à frente da NAU Editora, vem produzindo livros de arte, ciências humanas e fotografia. Contemplada no II Programa de Fomento à Cultura Carioca (2014) com a série de retratos “Nomes do Amor”.
Links de imagens para a divulgação

Finais de Semana na IBERÈ



FVCB convida: Encerramento Nervo Óptico: 40 anos | Sábado, 22 de Julho



O Processo Criativo / Workshop Completo / EAV Parque Lage – Charles Watson


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Miquel Barceló



Miquel Barceló (1957-) Nasceu em Felantix, Espanha. Estudou no Instituto de Felanitx, e na Escola de Artes e Ofícios de Palma Maiorca. Graduou-se pela Universidade de Barcelona.  Trabalha com escultura, instalações, pintura e cerâmica. Influenciado por Joan Miró, Paul Klee, Dubufee, Rothko, Pollock, De Kooning, Fontana, Velázquez, Tintoretto e Rembrandt. Participou das Bienais de São Paulo, de Veneza e da Documenta de Kassel. Viveu na África por dois anos com forte influência em seu trabalho. Retrospectiva no Centre Pompidou, no Jeau de Pomme,  na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Museu de Arte Cotemporânea, Barcelona e no Reine Sofia Museum, Madrid e no Museu Picasso. Recebeu o Prêmio Príncipe de Astúrias das Artes, em 2003.  Em 2004, sue trabalho Dante's Divine Comedy foi mostrado no Museu do Louvre, tornando-o o artista mais jovem a expor nesse museu. É representado pela Galerie Bruno Bischofberger, Zurique
. 



Cyran Bar, 1982.


Peix Blau, 1988.


 Personnages, 1989. Photo Cornette de Saint Cyr


Faena de Muleta, 1990. Private Collection.


El Dilúvio, 1992. Guggenheim, Bilbao.


Pamplemousse et Crevette, 1994.



Des potirons. (Calabazas), 1994.



Dos Papayas, 1995.


 La Solitude Organisative, 1998. Coleção particular.


Lanzarote 11, 1999. 



Macho Cabrío y Cabra, 2000. Gugenheim, Bilbao.


Paissage Africana,


Lanzarote 56, 2002.



Boc Encapironat, 2006.


4 Femmes Assises, Afrique, 2008.

Gran elefant dret, 2008-2009.



 Terramare  Avignon, 2010.


Tomàtigues

Pinassi, 2011.


Moi et Moi, 2011.


Cinq, 2012.



Rascasse / Secousse, 2014.


Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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