quinta-feira, 22 de junho de 2017

Patricia Piccinni




Patricia Piccinini (1985-) Nasceu em Freetown, Serra Leoa. Em 1972, mudou-se com a família para a Austrália. Graduou-se em História Econômica pela Australian National University e em Pintura Victorian College of Arts, Austrália. Utiliza-se de vídeos, pinturas, instalações sonoras e esculturas. Seu interesse em tecnologia procura mostrar como ela interfere na vida moderna. Participou da Bienal de Veneza. Vive e trabalha na Austrália.




Amazon, 2002.


The Young Family, 2002.


Leather Landscape, 2003.










Big Mother, 2005.


Undivide, 2005.


Nature’s Little Helpers - Bodyguard.



Hector


Thicker Than Water, 2007.


The Long Awaited, 2008.







The Offering, 2009.


Conforter, 2010.


The Carrier, 2012


Gohst, 2012.


Boot Flower, 2015.



The Roockie, 2015. The Osculating Curve, 2016. Hosfelt Gallery.


Graham, sculpture, 2016. 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Kasimir Malevtich







Kasimir Malevich (1878-1935) Nasceu em Kiev, Ucrânia. Em 1895, começou seus estudos na Universidade de Kiev. Aos quinze anos ganhou uma caixa de pintura. Com a morte de seu pai, mudou-se para Moscou, onde estudou na Escola de Pintura, Escultura e Arquitetura de 1904 a 2010. onde estudou na Escola de Pintura, Escultura. Ao graduar-se, fez treinamento no atelier de Fiodor Rerberg. Na própria Moscou, estudou os impressionista, fauvistas, futuristas e cubistas. Participou da exposição do grupo União da Juventude. Com seu Quadro Negro sobre Fundo Branco, 1913, iniciou uma nova era na arte russa indo de encontro com a cultura vigente. Participou junto com outros artista da exposição 0-10, quando foi lançado oficialmente o manifesto do Suprematismo. A evolução de 1917 tornou-o um nome forte das artes, tendo trabalhado como professor e pesquisador. Entre 1919-1922, trabalhou em Vitebsk, terra da Chagall, de quem era  subordinado. Fundou o grupo UNOVIS e escreveu a maior parte de seus textos teóricos. Um desentendimento com Chagall, o fez deixar o cargo e Malevitich assumiu o cargo. Fez dois importantes discípulos Illia Tchachnik e Nikolai Suetine. Em1923, voltou para São Petersburgo. Fez exposição em Berlim com grande sucesso. Em 1929, caiu em desgraça com a Revolução, tendo sido demitido dos seus cargos e preso. Morreu pobre e esquecido. Malevichi, Kandinski e Mondrian são considerados os fundadores da arte abstrata. Hoje o seu trabalho tem reconhecimento mundial. Retrospectiva no Metropolitan Museum e Guggenheim,Nova York e Tate Modern, Londres.


Portrait of a Member of the Artist's Family, 1906. A influência do Bonnard e Vuillard.

Bathers, 1908. Influência de Cézanne.


 Op de boulevard, 1910. Stedelijk Museum Amsterdam


Morning in the Village after Snowstorm, 1912. Guggenheim Museum, Nova York.



Woodcutter, 1912. Stedelijk Museum, Amsterdam, Netherlands


Woman with Pails: Dynamic Arrangent, 1912-1913. MoMA, Nova York.


Someone Wicked, 1913. St Petersburg Museum of Theater and Music.

 



Red Square, 1913.


The Knife Grinder or Principle of Glittering, 1913. Yale University Art Gallery.


Vil' Gel' Mova Karusel, 2014. Litografia Poster. MoMA, Nova York.



Airplane Flying, 1915. MoMA, Nova York.


Suprematism, 1915. Stadelijk Museum, Amsterdam.


Sem título, 1916. Guggenheim Museum, Nova York.


Dynamic Suprematism, 1918. Tate Gallery, Londres.


 Self-Portrait in Two Dimensions, 1915. Stedilijk Museum, Amsterdam.


Black Square and Red Square, 1915. MoMA, Nova York.


Suprematism Painting, 1916-1917. MoMA, Nova York.




White on White, 1918. MoMA, Nova York.




Black Circle, 1923-1929. Russian Museum, São Petersburgo.



Black Square, 1929. Tate Gallery, Londres.




Black Cross, 1929. Russiam Museum, São Petersburgo.


Sportsmen, 1928-1930. Russian Museum, São Petersburgo.

Red Cavalry, 1932. Russian Museum, Saint Petersburg, Russia.

Red House, 1932. Russian Museum, Saint Petersburg, Russia.



The Worker, 1933. Russian Museum, São Petersburgo.


Self-Portrait, 1933. Russian Museum, St. Petersburg.


Red House, 19


terça-feira, 20 de junho de 2017

Louça Fina de Fernando Ribeiro na Tramas Arte Contemporânea


Alex Hornest produz maior mural de arte de Indaiatuba ao ar livre



Alex Hornest produz maior mural de arte de Indaiatuba ao ar livre
Obra traz a visão do artista sobre a importância da ocupação dos espaços públicos, agregando valor ao seu entorno

O artista multimídia, pintor e escultor brasileiro, Alex Hornest, produziu um mural em homenagem à Indaiatuba. Este é o maior painel da cidade e o maior já pintado por Onesto, como também é conhecido. A obra procura resgatar a importância da ocupação dos espaços públicos pelos cidadãos, incentivando a convivência nas praças, por exemplo, ao promover a arte ao ar livre e ao alcance de todos.

“Procuro criar um diálogo entre o que estou pintando e o que existe no entorno. Não quero que o painel se destaque, mas que se agregue ao espaço. Quando produzo algo, chego no local, faço uma pesquisa e uso ideias na minha arte que sejam pertinentes com a interação entre as pessoas e a cidade ou com o que estou observando”, explica Onesto.

Indaiatuba é reconhecida por seu alto IDH e por sua política de conscientização em prol dos bons tratos aos animais. Utilizando-se do humor, Onesto aproveitou o espaço para reforçar a importância deste sentimento de proteção e de bem-estar dos animais. “Minha visão sobre os fatos e a pesquisa rápida que fiz, me levaram a desenvolver o mural indo para um lado mais bem-humorado. Isso porque meu traço também permite isso”, completa.

Na obra, é possível reconhecer os traços e o famoso personagem de mãos grandes do artista, que já participou de mais de centenas de exposições no Brasil e no exterior. O painel possui mais de 300 m² e foi pintado usando técnicas de graffiti, na parede lateral do prédio Carlos Bicudo, localizado em frente à praça da Matriz - Paróquia Nossa Senhora da Candelária -, no centro de Indaiatuba. Para quem passa diante do prédio ou mesmo um pouco mais distante, pela Rua XV de novembro, é possível visualizar o mural todo.

O convite para Onesto partiu de jovens empreendedores da família Bicudo, proprietários do edifício desde 2013, o qual tem passado por uma série de melhorias e modernização nos últimos anos.

“Temos uma conexão de longa data com a cidade e acreditamos na força das artes e das intervenções urbanas como forma de dialogar e valorizar atributos da própria cidade, como qualidade de vida, por qual Indaiatuba já se destaca, com um dos melhores IDHs do país, e o convívio entre os moradores”, conta Gustavo Bicudo.


Sobre o artista

Alex Hornest é pintor, escultor e artista multimídia. Vive e trabalha em São Paulo, cidade que o inspira com toda sua intensidade e o faz refletir sobre temas urbanos e a relação com seus habitantes.
  
Suas esculturas são feitas com madeira, ferro, porcelana e concreto, transformados em objetos casuais ou incomuns de nosso cotidiano. Em suas pinturas com tinta a óleo e acrílico, busca criar texturas e contrastes com sobreposições que definem luz, sombra, profundidade e distância, uma vez que as cores, para ele, não são o ponto-central para interpretar os assuntos retratados.

No grafitti, criou 72 pseudônimos, sendo Onesto o mais conhecido. É considerado um dos mais importantes artistas brasileiros e um dos principais responsáveis pela ampliação da divulgação sobre o graffiti no Brasil.

Paulistano da zona leste, nascido em 1972 no Tatuapé, Hornest começou a trilhar sua carreira no mundo das artes no início da década de 90. Desde então, já produziu pinturas públicas e participou de exposições no Brasil e no exterior, como em Nova Iorque, São Francisco e Los Angeles (EUA), Bogotá (Colômbia), Quito (Equador), Firenze (Itália), Viena (Áustria) e Lisboa (Portugal) entre outros. 

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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